unto com o Museu do Açude, o Museu da Chácara do Céu é integrante dos Museus Castro Maya.

Ambos eram residências do empresário e mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968), que doou as casas à Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya, em 1963, com a abertura do Museu do Açude (1964) e do Museu da Chácara do Céu (1972). A Fundação foi extinta em 1983, quando ambos os museus, incorporados pela União, deixaram de ser uma Fundação para constituírem os Museus Castro Maya.

Raymundo de Castro Maya herdou a casa, chamada de Chácara do Céu, em 1936. Grande colecionador de obras de arte, tinha uma importante e valiosa coleção particular – parte da qual havia herdado do pai, parte adquirida por ele mesmo. Essa coleção deu origem ao museu.

O acervo tem pinturas, gravuras e desenhos de grandes artistas como Matisse, Miró, Modigliani, Degas, Di Cavalcanti, Guignard – e muitos outros.

A coleção inclui um grande número de obras de Portinari – é o maior acervo público do artista – e mais de 500 originais de Jean-Baptiste Debret, adquiridos em Paris, em 1939 e 1940.

Também devem ser mencionados os mapas dos séculos XVII e XVIII, verdadeiras preciosidades; e a Biblioteca Castro Maya, com cerca de oito mil títulos – entre livros de arte, literatura brasileira e literatura européia (principalmente francesa).

A Chácara do Céu tem uma área externa toda arborizada. O caráter original de residência foi mantido, buscando-se preservar a disposição da sala de jantar e da biblioteca. Outros espaços foram reservados para exposições temporárias do acervo, de forma a colocar o maior número possível de peças ao alcance do público.


Endereço:

Rua Murtinho Nobre, 93

Tels.: 2507-1935 e 2224-8981
Diariamente, exceto às terças,
das 12:00 ás 17:00.
Nas quartas-feiras, a entrada é gratuita.